Uma mulher à frente da ONU seria o fim de uma injustiça histórica
Razão da classificação
O artigo adota um enquadramento claro em defesa da eleição de uma mulher para o cargo, tratando-a como correção de uma 'injustiça histórica' na voz do autor, e seleciona fontes e exemplos que reforçam essa perspectiva (como o manifesto de Graça Machel e a menção a Gloria Steinem).
