Prefeitura do Rio pode apoiar o parque bíblico, mas não construir o templo
Razão da classificação
A voz do autor adota um enquadramento que privilegia uma leitura secular e restritiva do princípio constitucional da laicidade, defendendo uma separação estrita entre Estado e religião com argumentos alinhados a posições progressistas sobre o tema. No entanto, não há deslegitimação categórica ou militância, sendo uma crítica institucional baseada em interpretação jurídica.
