Após derrota histórica, Trump promove Stephen Miller a chefe de gabinete, sinalizando radicalização
Razão da classificação
Reportagem majoritariamente factual sobre a troca no comando da Casa Branca, mas a voz do autor adota enquadramento crítico já no título ("sinalizando radicalização") e no corpo ("um dos membros mais radicais"), com caracterização negativa de Miller sem contraponto do campo atacado. Não há rótulos categóricos nem tese militante, então fica no máximo em E1.
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