Escritório de Flávio Bolsonaro faturou R$ 13,7 milhões e entrou na mira da PF
Razão da classificação
A reportagem é predominantemente factual e equilibrada: apresenta os indícios da investigação da PF, mas inclui explicitamente ressalvas de que 'a ausência de processos não significa irregularidade' e que a relação familiar 'não demonstra envolvimento', além de trazer as defesas dos citados (Flávio, Willer Tomaz, clientes). O tom é descritivo e jornalístico, sem adesão militante na voz do autor.
