Empresário Marcos Molina usou heliponto do Palácio dos Bandeirantes 36 vezes sem pagar nada
Razão da classificação
O texto adota um tom crítico e investigativo focado na falta de transparência do governo Tarcísio (direita), questionando a legitimidade do uso gratuito de bem público por aliado político, com vocabulário que reforça a suspeita ('aprofunda a questão', 'tornam legítima a exigência'). A ausência de defesa robusta do lado governista e o enquadramento de privilégio indicam leve inclinação progressista.
