Quando o patrão pede voto
Razão da classificação
A voz do autor adota um enquadramento crítico aos empregadores (especialmente Luciano Hang e Rico Melquíades), destacando suas ações como assédio e usando adjetivos como 'discurso inflamado' e 'ameaça', enquanto apresenta a defesa de Hang apenas ao final e com tom de justificativa fraca ('apenas falei o que penso'), favorecendo levemente a narrativa institucional/progressista.
