Meta, não se intrometa!
Razão da classificação
A voz da autora assume um enquadramento crítico às Big Techs e favorável à regulação estatal (defesa de que o Brasil deve ser 'exemplar na resposta à Meta'), utilizando vocabulário carregado ('manipulação política', 'prejudicada') e apresentando a restrição ao candidato Lula como injusta em comparação com Flávio Bolsonaro, sem contraponto técnico ou jurídico equilibrado.
