Eduardo Bolsonaro pode não ser chanceler, mas vem aí ‘faxina’ no Itamaraty e nas Forças Armadas
Razão da classificação
A voz do autor adota um enquadramento claramente crítico à direita, utilizando adjetivos pejorativos como 'seita', 'indescritível' e 'negociatas' para descrever aliados bolsonaristas e a política de Trump, além de comparar o risco de 'faxina' no Itamaraty a práticas 'stalinistas'. O texto defende implicitamente a carreira diplomática e militar tradicional contra o que chama de 'aventura antidemocrática', alinhando-se com pautas institucionais progressistas/centrais sem atingir a deslegitimação c
