Do ódio à escuta: o que o Brasil pode aprender com uma linha direta da capital chinesa
Razão da classificação
A voz do autor assume um enquadramento claramente progressista ao deslegitimar a direita como 'autoritária' e 'pasteurizante', enquanto exalta o modelo de governança estatal chinês ('povo em primeiro lugar') como exemplo humanizado superior à lógica de mercado brasileira.
