Missas e cultos foram monitorados por ONG e universidade federal às vésperas das eleições
Razão da classificação
O artigo apresenta um viés crítico ao monitoramento realizado por uma universidade federal e ONG, enquadrando a ação como invasiva ('colocaram cultos na mira') e sugerindo ilegalidade ou abuso ('crime eleitoral'), o que reflete a linha editorial conservadora típica da Brasil Paralelo, embora mantenha tom factual nas estatísticas.
