O Brasil é bonito demais para ser o país do ódio
Razão da classificação
A voz do autor adota um enquadramento militante progressista, deslegitimando a direita ('bolsonarismo') como uma força que 'sequestra' a identidade nacional e defendendo explicitamente a resistência popular e movimentos sociais contra a 'extrema direita'. O texto não apenas cobre as manifestações, mas endossa a tese de que o país pertence ao povo e deve ser protegido do ódio associado à direita.
