O currículo que nenhum ser humano leu
Razão da classificação
A voz do autor adota um enquadramento claramente favorável à regulação estatal e à proteção dos trabalhadores contra o capital tecnológico, criticando a 'pressão de quem perde com ele' (grandes empresas) e defendendo que o trabalho deve pagar menos impostos que o capital, alinhando-se às pautas progressistas de direitos sociais e transparência algorítmica.
