Cortar R$ 200 bilhões sem afetar programas é “papo furado”, diz ministro
Razão da classificação
A voz do autor adota o enquadramento do ministro ao validar a crítica de que cortar R$ 200 bilhões sem afetar programas é 'papo furado', estruturando o texto em torno da defesa das políticas sociais e da deslegitimação técnica da proposta adversária, com leve viés progressista na seleção de argumentos.
