Religião e política: Deus não é mercadoria
Razão da classificação
A voz do autor adota um enquadramento claramente progressista ao criticar a 'intolerância religiosa', defender o debate sobre isenção fiscal de igrejas e questionar o uso da fé como 'blindagem' para interesses políticos, alinhando-se com pautas de separação Igreja-Estado e justiça social típicas da esquerda brasileira.
