Negociação coletiva: uma garantia que o Brasil não pode enfraquecer
Razão da classificação
A voz do autor adota um enquadramento claramente favorável à esquerda trabalhista, defendendo o papel dos sindicatos e da negociação coletiva como essenciais para combater a 'desigualdade' estrutural entre patrões e empregados, e criticando a reforma trabalhista de 2017 e propostas de flexibilização (como a PEC 12/2026) por transferirem riscos econômicos ao trabalhador.
