Brizola quase tinha razão: a juventude sabe, sim, a força que tem
Razão da classificação
A voz do autor adota explicitamente rótulos de deslegitimação categórica contra o campo oposto, chamando-o de 'fascistas' e referindo-se ao 'golpe de 1964', além de assumir uma tese militante progressista ('defesa da democracia', 'soberania brasileira') como chave explicativa central.
