O dia depois de amanhã e cartas ao futuro: não resistir nunca foi uma opção
Razão da classificação
A voz do autor adota um enquadramento crítico severo e unilateral contra ministros do STF/TSE (Kássio Nunes Marques e André Mendonça), rotulando suas decisões como 'censura', 'método' de arbítrio e comparando-os a figuras corruptas ou fanáticas da literatura ('juiz de chanchada', 'barbárie'). O texto defende explicitamente a resistência institucional ('não resistir nunca foi uma opção') e ataca o ativismo judicial/decisões monocráticas, caracterizando um posicionamento típico da direita liberal/
