O Nobel de Economia e a política econômica brasileira
Razão da classificação
A voz do autor adota um enquadramento claramente pró-mercado e fiscalista, criticando o Banco Central por manter 'instrumento anacrônico' (compulsórios) e argumentando que a coordenação de 'contas públicas responsáveis' é condição para crescimento, alinhando-se às pautas de liberalismo econômico e responsabilidade fiscal.
