O relógio não freia o poder
Razão da classificação
A voz do autor adota um enquadramento crítico ao 'ativismo judicial' e à concentração de poder no STF, defendendo a vitaliciedade como garantia de independência contra o que considera uma solução superficial ('mandato fixo'). O texto argumenta a favor da separação de poderes clássica e contra o que denomina 'messianismo judiciário', alinhando-se com pautas conservadoras/liberais de contenção do Judiciário.
