O voto público nunca deveria ser uma charada, por mais óbvio que pareça. Por Moisés Mendes
Razão da classificação
A voz do autor adota explicitamente um enquadramento progressista ao defender que o silêncio público é fruto do medo da 'extrema direita' e do 'bolsonarismo', enquanto normaliza a militância antifascista e contra discriminações como postura democrática ideal, criticando a ambiguidade de figuras liberais (como Pedro Parente) por não se alinharem claramente à esquerda.
