Para virar o jogo, precisamos entrar em campo
Razão da classificação
A voz do autor assume um enquadramento claramente progressista/feminista, criticando a 'sociedade declaradamente misógina' e o 'retrocesso', enquanto defende pautas específicas de esquerda (antirracismo, igualdade salarial) como agenda central para 'virar o jogo'. Não há deslegitimação categórica da direita como classe política (o que levaria a E3), mas sim uma defesa militante de pautas identitárias e sociais.
