Seja Flávio, Lula ou o papa eleito presidente, haverá um tesouraço no Brasil
Razão da classificação
A voz do autor adota um enquadramento claramente pró-ajuste fiscal e liberal, rotulando políticas de esquerda (e também de direita populista) como 'populismo fiscal' e defendendo explicitamente reformas impopulares e cortes de gastos como única solução matemática para a crise.
