Manhattan
Razão da classificação
O texto adota um enquadramento anti-imperialista e crítico ao 'deus consumo' da América como tese assumida pela voz do autor, utilizando vocabulário carregado ('putrefata', 'defecou', 'arbítrio') para deslegitimar a hegemonia dos EUA sem, contudo, atingir o nível de militância categórica extrema (E3).
