Autobiografia resgata uma grande liderança africana do século 20
Razão da classificação
A voz do autor adota um enquadramento claramente favorável à esquerda e ao anti-imperialismo, descrevendo a protagonista como 'pasionaria negra' e destacando sua luta contra o 'colonialismo europeu' e o 'imperialismo', além de criticar figuras como Charles de Gaulle e líderes africanos 'coniventes'. Não há contraditório ou neutralidade; o texto celebra a militância de esquerda como valor positivo.
