Três anos do Dilúvio de Al-Aqsa e a obrigação de defender a Palestina
Razão da classificação
A voz do autor adota uma tese militante de esquerda/anti-imperialista, legitimando explicitamente a luta armada ('pedras, fuzis, foguetes ou drones') e deslegitimando o campo oposto com rótulos categóricos como 'ocupante sionista' e 'projeto colonial', além de negar o direito à legítima defesa de Israel.
