Eu quero bom senso e um taxímetro capelinha
Razão da classificação
A crônica, embora majoritariamente pessoal e apolítica, encerra com uma declaração política na voz da autora: ela se coloca como 'inimiga deste novo Brasil' por ser mulher e escritora, atribui suas conquistas à luta feminista e defende um 'Brasil cada vez mais justo e soberano', enquadramento alinhado a pautas progressistas, mas sem militância categórica ou deslegitimação do campo oposto.
