Estudo mostra que a Câmara destinou R$1,3 bilhão em emendas sem identificar o autor, prática que o STF aponta como inconstitucional
Razão da classificação
O artigo é majoritariamente factual, reporta uma prática de transparência orçamentária com base em estudo de uma ONG, contextualiza decisões do STF, e apresenta o contraditório das partes citadas (transparência, partidos), sem adesão da voz do autor a enquadramentos de qualquer campo político.
