Lula na ONU: A chance de agir como estadista
Razão da classificação
A voz do autor adota um enquadramento militante de direita, deslegitimando o presidente e seus interlocutores com rótulos categóricos como 'terror fundamentalista islâmico' e 'prefeito comunista', e estabelece uma tese de guerra cultural ao defender que o discurso deve se alinhar às 'tradições judaico-cristãs' das 'nações livres e democráticas'.
